O ruim de começar a publicar qualquer besteira na internet- não importa o motivo, quer seja desabafo, fake, namoro virtual, chamar a atenção.. -é que o autor quase sempre espera o maior apoio e incentivo, sem deixar de mencionar os elogios. Ainda bem que eu disse o quase. Eu criei para expor as dezenas de textos, contos, cronicas e romances soterrados no meu word, nos meus cadernos de história e matemática, nas apostilas do ano passado e no mural bonitinho da parede do meu quarto. Eu não me acho alguém melhor amiga da literatura. Sabe as pessoas com jogo de cintura? Pois é. Eu não tenho o jogo com as palavras. Elas vivem me desobedecendo, assim eu me sinto extremamente tímida quando vem aquela pessoa super descontraída dizendo: "Ah, vai, larga de ser fresca. Deixa eu ver!" Aí você insere como música de fundo aquela voz bem enjoadinha e fresca que os pelos da pele até eriçam. Mas tem aquelas pessoas que pedem e se calam, aí você se sente até tentado a oferecer o texto para a pessoa ler para que no final ela diga: "Bonitinho". E é por isso que eu escrevo para mim e o que importa é o que vou achar daquilo que eu escrevi. Claro que quando é para aquela pessoa especial você se sente no deve ser um arraso. E, caso ela não goste, é porque não te merecia mesmo.
Sempre ouvi uns certos boatos de que quem faz blog, principalmente para expor textos, são aquelas pessoas gordinhas e nerds sem vida social. Posso até ser isso, mas pelo menos não deixei de ser quem eu gostaria.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Eu já tive inúmeros blog's. Posso até arriscar dizer que tenho um certo apreço por essa arte. Não generalizando. Gosto dos bem feitos, bem tratados e bem lidos. Não que os meus fossem, mas era assim que eu os queria. Sempre imaginei que criar nomes excelentes eram para pessoas imensamente agraciadas pela criatividade, mas quando uma situação vem a vida, se torna bem fácil escolher um nome que sustentará parte dela dali em diante.
Obrigada pelo sucesso é um nome tão verdadeiro quanto irônico e veio-me a mente por ser tão real quanto qualquer outra coisa normal da época. Algumas vezes, me perguntei por qual razão as pessoas apareciam em nossas vidas apenas para nos machucarem e nos lançarem no fundo do poço.Parecia haver até certo deleite em prejudicar. No final, percebi que hoje eu não seria quem eu sou, se não fosse por um bom número de pessoas que tão me fizeram sorrir quanto me fizeram chorar. E não estou completa. Acabei de fazer dezessete anos e tive a sensação de que acabara de embarcar em uma viagem da qual não podia fugir. Eu iria mergulhar, a partir dali, em situações que iriam me provar no meu limite. E, apesar de tudo, eu estava sôfrega por testes. Foi exatamente o que aconteceu.
Talvez eu contasse um pouco do que me fez crescer...
quando eu estivesse pronta para falar disso em voz alta
Au revouir
Obrigada pelo sucesso é um nome tão verdadeiro quanto irônico e veio-me a mente por ser tão real quanto qualquer outra coisa normal da época. Algumas vezes, me perguntei por qual razão as pessoas apareciam em nossas vidas apenas para nos machucarem e nos lançarem no fundo do poço.Parecia haver até certo deleite em prejudicar. No final, percebi que hoje eu não seria quem eu sou, se não fosse por um bom número de pessoas que tão me fizeram sorrir quanto me fizeram chorar. E não estou completa. Acabei de fazer dezessete anos e tive a sensação de que acabara de embarcar em uma viagem da qual não podia fugir. Eu iria mergulhar, a partir dali, em situações que iriam me provar no meu limite. E, apesar de tudo, eu estava sôfrega por testes. Foi exatamente o que aconteceu.
Talvez eu contasse um pouco do que me fez crescer...
quando eu estivesse pronta para falar disso em voz alta
Au revouir
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