O ruim de começar a publicar qualquer besteira na internet- não importa o motivo, quer seja desabafo, fake, namoro virtual, chamar a atenção.. -é que o autor quase sempre espera o maior apoio e incentivo, sem deixar de mencionar os elogios. Ainda bem que eu disse o quase. Eu criei para expor as dezenas de textos, contos, cronicas e romances soterrados no meu word, nos meus cadernos de história e matemática, nas apostilas do ano passado e no mural bonitinho da parede do meu quarto. Eu não me acho alguém melhor amiga da literatura. Sabe as pessoas com jogo de cintura? Pois é. Eu não tenho o jogo com as palavras. Elas vivem me desobedecendo, assim eu me sinto extremamente tímida quando vem aquela pessoa super descontraída dizendo: "Ah, vai, larga de ser fresca. Deixa eu ver!" Aí você insere como música de fundo aquela voz bem enjoadinha e fresca que os pelos da pele até eriçam. Mas tem aquelas pessoas que pedem e se calam, aí você se sente até tentado a oferecer o texto para a pessoa ler para que no final ela diga: "Bonitinho". E é por isso que eu escrevo para mim e o que importa é o que vou achar daquilo que eu escrevi. Claro que quando é para aquela pessoa especial você se sente no deve ser um arraso. E, caso ela não goste, é porque não te merecia mesmo.
Sempre ouvi uns certos boatos de que quem faz blog, principalmente para expor textos, são aquelas pessoas gordinhas e nerds sem vida social. Posso até ser isso, mas pelo menos não deixei de ser quem eu gostaria.
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